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Relatório da Reitoria da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro 2008

16/12/2008

Relatório da Reitoria da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro 2008
Autor: Padre Jesus Hortal

 

Senhoras e senhores membros do Corpo Docente,

Senhoras e senhores membros do Conselho de Desenvolvimento,

 

Neste breve relatório da Reitoria, que se tornou tradicional, tento mostrar apenas os pontos mais relevantes da atualidade da nossa PUC. São algumas poucas pinceladas, para formar um esboço da nossa vida no campus e fora dele.

 

Como poderíamos descrever a nossa Universidade, no momento atual? Observando a sua evolução nos últimos anos, creio que poderia ser descrita como uma Universidade comunitária, em expansão, empenhada na procura da excelência acadêmica, com forte acento na pesquisa, com consciência clara de sua responsabilidade social e ambiental, inovadora e empreendedora, com uma crescente internacionalização, fiel a sua vocação cristã, sob a direção da Companhia de Jesus.

 

1. Uma Universidade comunitária.- Creio firmemente e o tenho repetido em diversos fóruns, que o sucesso da PUC-Rio é devido, em primeiro lugar, ao seu espírito comunitário. Não é apenas uma questão de governança, como parece supor a LDB, quando define a categoria “Universidades comunitárias”. Trata-se antes de uma instituição onde todos se sentem solidários, co-responsáveis, engajados numa obra que não responde a interesses particulares, mas à procura do bem comum. Uma Universidade onde a construção do saber não pode ser segmentada, mas integrada numa visão pluridisciplinar e onde o olhar ultrapassa o puramente fenomenológico, para dirigir-se ao horizonte da transcendência. Uma Universidade que manifesta o seu espírito integrador na interdisciplinaridade, na comunicação constante entre os diversos departamentos e na multiplicidade de eventos culturais abertos para todos. É devido às exigências dessa interação contínua que temos conservado a unidade do campus universitário, não obstante as nossas crescentes necessidades de expansão. O nosso caráter comunitário é o nosso maior capital e dele não devemos abrir mão em nenhuma circunstância.

 

2. Uma Universidade em expansão.- Num primeiro olhar, para o expectador externo, pode chamar a atenção o moderado, mas contínuo crescimento da PUC-Rio, verificado ao longo dos últimos anos, em todas as áreas. Não temos procurado expandir-nos para mostrar números gigantescos, que não nos interessam, mas fomos respondendo sempre às demandas recebidas. Assim acontece, por exemplo, com a criação de novos cursos, habilitações e domínios adicionais na graduação, que, precedidos por sondagens entre os secundaristas e suas famílias, tiveram acolhida extremamente favorável da parte dos jovens que nos procuram. Continuaremos pelo mesmo caminho no ano que vem, quando iniciaremos o curso de artes cênicas, um empreendimento do Departamento de Letras, que, não obstante a demora em anunciar a sua instalação, teve um número significativo de candidatos ao ingresso. Também teve uma boa resposta a convocação para o curso de ciências da computação, claro esforço do Departamento de Informática para adaptar-se às demandas da sociedade.

Pelos gráficos seguintes, pode-se observar que o nosso crescimento é consistente e equilibrado.

 

  

 

Neste primeiro gráfico, pode-se ver que, em oito anos, passamos dos dez mil para os doze mil alunos de graduação. Se a eles acrescentarmos os que realizam os seus estudos a distância, veremos que já nos encontramos beirando os treze mil estudantes de graduação, nível que, certamente, ultrapassaremos com folgada em 2009.

Como dizia, o crescimento se dá de maneira relativamente equilibrada. É verdade que o CCS mostrou, nos últimos anos, uma dinâmica superior à dos outros dois centros. Contudo, o CTCH se expande num ritmo bastante notável e o CTC, que vinha numa tendência declinante, parece estar recuperando uma dinâmica de crescimento mais concorde com a dos outros. Isso fica de manifesto no seguinte gráfico:

 

 

No momento atual, todos os cursos experimentam certo crescimento, como se pode observar nos seguintes gráficos:

  

 

 

É claro que essa expansão na base de nossos alunos provoca novas necessidades de espaço físico, instalações e serviços. Também com um ritmo moderado, mas contínuo, ampliamos e continuaremos a ampliar as nossas instalações. Este ano, adquirimos uma área de vinte e quatro mil metros quadrados, na Estrada Santa Marina, próximo ao Parque da Cidade. Ninguém, porem, se engane. Como escrevi no Jornal da PUC, em abril de 2003, “continuaremos, a procurar espaços físicos, preferentemente perto da Universidade, para atividades semelhantes àquelas que atualmente se encontram fora do nosso recinto. Mas não temos nenhuma intenção de clonar, por assim dizer, cursos. A PUC-Rio fez uma escolha consciente e continuará nesse caminho. Durante o verão, além de completarmos obras em andamento (no Colégio São Marcelo, no Departamento de Direito e na nova sede do LOTPD), tentaremos implementar novas salas de aula,dentro do campus, a fim de podermos acolher o crescente número de alunos. E em 2009, esperamos concluir o edifício do nosso núcleo de competência em petróleo, cuja construção vai a bom ritmo.

 

 

 

3. Uma Universidade empenhada na procura da excelência.- Temos repetido, uma e outra vez, que somos uma Universidade à procura da excelência ou da qualidade e nos orgulhamos do conceito de que gozamos na comunidade acadêmica nacional e internacional. Multiplicam-se os rankings dos mais diversos tipos. Este ano, mereceu destaque especial, na imprensa, o “Índice Geral de Cursos” (de graduação) publicado pelo MEC. Nele, a PUC aparece como a primeira IES particular do país, como se pode ver no seguinte quadro, tirado da página do próprio Ministério. Mas estamos apenas no 9º lugar geral (as três primeiras instituições listadas não têm indicada a sua pontuação e por isso não contam). Observando, porém, que as de número 4 a 6 podem ser consideradas “monográficas”, estaríamos, na realidade, em 6º lugar entre as Universidades de caráter geral, com uma diferença mínima em relação à Federal de São Carlos e à UFRJ.

 

UNIVERSIDADE

IES

Sigla

UF (Sede)

Dependência Administrativa

IGC

Contínuo

Faixas

Universidade Estadual de Roraima

UERR

RR

ESTADUAL

-

-

Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco

UNIVASF

PE

FEDERAL

-

-

Universidade do Tocantins

UNITINS

TO

ESTADUAL

-

-

Universidade Federal de São Paulo

UNIFESP

SP

FEDERAL

439

5

Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre

UFCSPA

RS

FEDERAL

425

5

Fundação Universidade Federal de Viçosa

UFV

MG

FEDERAL

417

5

Universidade Federal de Minas Gerais

UFMG

MG

FEDERAL

414

5

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

UFRGS

RS

FEDERAL

410

5

Universidade Federal do Triângulo Mineiro

UFTM

MG

FEDERAL

402

5

Universidade Federal do Rio de Janeiro

UFRJ

RJ

FEDERAL

392

4

Universidade Federal de São Carlos

UFSCAR

SP

FEDERAL

390

4

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

PUC-Rio

RJ

PRIVADA

385

4

Universidade Federal de Itajubá - Unifei

UNIFEI

MG

FEDERAL

381

4

Universidade de Brasília

UnB

DF

FEDERAL

378

4

Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro

UENF

RJ

ESTADUAL

377

4

Fundação Universidade do Estado de Santa Catarina

UDESC

SC

ESTADUAL

375

4

Universidade Federal de Santa Catarina

UFSC

SC

FEDERAL

373

4

Universidade Federal de Lavras

UFLA

MG

FEDERAL

370

4

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

PUCSP

SP

PRIVADA

369

4

Universidade do Estado do Rio de Janeiro

UERJ

RJ

ESTADUAL

368

4

Universidade Federal de Alfenas

UNIFAL-MG

MG

FEDERAL

367

4

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho

UNESP

SP

ESTADUAL

365

4

 

Mesmo com essa colocação de destaque, não podemos deixar de observar que são bem discutíveis os critérios empregados pelo MEC, tanto para estabelecer este “Índice Geral de Cursos”, quanto para o “Conceito Preliminar de Curso”, que o precedeu e sobre o qual se baseia. O próprio INEP informa que esse índice se baseia em três diferenciais, de acordo com o seguinte gráfico:

 

 

Facilmente se observa o pouco peso dado à infra-estrutura: apenas 10% dos “insumos”, ou seja, só 3% do total. Em contraposição, o ENADE (uma prova extremamente discutível) e o IDD (“Indicador de Diferença de Desempenho”, com critérios bem nebulosos) acumulam um valor de 70% do total.

Numa avaliação diferente, mas muito difundida na sociedade, o Guia do Estudante, da Editora Abril, nos concedeu o título de “Melhor Universidade” em quatro categorias entre as instituições de caráter privado (melhor numa capital e melhor nas áreas de matemática, informática, ciência dos materiais, elétrica e mecânica).

 

 

4. Uma Universidade com forte acento na pesquisa.- Não é de um tempo para cá que podemos definir a PUC-Rio como uma Universidade de Pesquisa. Esse caráter nos acompanha desde o início. Mas neste ano tivemos a satisfação de ver que todos os Departamentos, sem exceção, contam já com pós-graduação stricto sensu.

Insistimos em que os professores do quadro principal devem ser não apenas docentes, mas também pesquisadores, além de se ocupar igualmente com tarefas de administração acadêmica e extensão.

Há um elemento facilmente observável que mostra a qualidade: de uma instituição na área da pesquisa: os prêmios obtidos por alunos e professores. Destaco apenas alguns:

– Os professores Carlos Tomei (Matemática) e Arndt von Staa (Informática) foram galardoados com a Ordem Nacional do Mérito Científico.

– A Professora Zaia Brandão recebeu uma menção honrosa do CNPq, no concurso “Jovem Cientista”.

– 17 professores da PUC-Rio foram beneficiados com o programa da FAPERJ “Cientistas do nosso Estado”.

– 4 alunos foram premiados, pela FAPERJ como “Jovens cientistas de nosso Estado”.

Na área econômica, tivemos os seguintes galardões:

– 4ª edição do Prêmio ANBID para projetos de tese na área de marcado de Capitais no Brasil (categoria Dissertação de Mestrado), para a aluna Fernanda Gomes da Costa Lima, Orientador Prof. Walter Novaes..

            30º Prêmio BNDES de Economia (Jun/2008): Primeiro Lugar para o aluno Samer Fath Shousha. Orientador Prof. Ilan Goldfajn.

– Prêmio Haralambos Simeonides 2008 (Categoria Tese de Doutorado), para o Aluno Christiano Arrigon. Orientadores Profs. João Manoel Pinho de Mello e Márcio Gomes Pinto Garcia.

Prêmio Haralambos Simeonides 2008 (Categoria Artigo), para os Professores Cláudio Ferraz (Economia/PUC-Rio) e Frederico Finan (UCLA).

Todos esses prêmios e outros que nos foram outorgados constituem mais do que uma honra um estímulo para continuarmos no esforço de sempre superar as nossas próprias marcas e para servirmos assim de impulso e modelo para outras instituições, principalmente as católicas e comunitárias.

Um outro indicador mostra a nossa dedicação à pesquisa, e este é novo. As nossas receitas provindas de convênios e projetos já se aproximam das que são geradas pelo pagamento de anuidades, configurando um modelo de Universidade bem semelhante ao das grandes Universidades de pesquisa do mundo inteiro.

 

 

5. Uma Universidade com consciência clara de sua responsabilidade social e ambiental.- Desde os seus inícios, a PUC se destacou pela inserção na comunidade e pela procura responsável do bem comum. Dum ponto de vista cristão, podemos dizer que a responsabilidade social deriva da obrigação que todos têm de cuidar do bem comum. O Compêndio de Doutrina Social da Igreja, publicado pelo Conselho Pontifício para a Justiça e a Paz, declara a este respeito: “O bem comum empenha todos os membros da sociedade: ninguém está escusado de colaborar, de acordo com as próprias possibilidades, na sua busca e no seu desenvolvimento. O bem comum exige ser servido plenamente, não segundo visões redutivas subordinadas às vantagens de parte que se podem tirar, mas com base em uma lógica que tende à mais ampla responsabilização. O bem comum correspondente às mais elevadas inclinações do homem, mas é um bem árduo de alcançar, porque exige a capacidade e a busca constante do bem de outrem como se fosse próprio” (n. 167).

Uma Universidade católica, por sua própria natureza, está obrigada a promover esse bem comum, não de qualquer maneira, mas através das tarefas que lhe são próprias, ou seja, do ensino, da pesquisa e da extensão. Já em anos passados, apresentei algumas dentre as muitas ações de caráter social que realizamos. Desejo agora centrar-me apenas na questão das bolsas de estudo, com base em alguns gráficos preparados pela Vice-Reitoria Comuntária:

 

 

 

Percebe-se que, sobretudo a partir de 2001, o crescimento do número de bolsistas integrais ou parciais é superior ao ritmo de crescimento total de alunos, até o ponto de chegar, no momento atual, a 41%. Não foi o PROUNI que nos impulsionou à expansão da nossa ação de apoio ao aluno carente. O programa do Governo significou, para nós, o enquadramento em normas que mais nos dificultaram do que ajudaram. Não rejeitamos a colaboração com instâncias governamentais. Prova disso é o convênio recentemente assinado com a Secretaria Especial para Políticas de Integração Racial (SEPPIR). Mas gostamos de manifestar, através das nossas ações, o nosso ser específico

O seguinte gráfico ilustra a variedade e amplidão dos auxílios concedidos aos nossos alunos:

 

 

  

Por outro lado, não podemos esquecer que, além das bolsas, damos também outros apoios econômicos a alunos que sem eles não permaneceriam na Universidade. Refiro-me ao nosso conhecido Fundo Emergencial de Solidariedade PUC (FESP), cuja amplitude fica clara no seguinte gráfico:

 

 

 

Diante dessa ação, percebe-se facilmente por que defendemos os dispositivos legais – a começar pelos de caráter constitucional – que dão apoio às instituições filantrópicas. No afã fiscalista e arrecadador que vem caracterizando, há décadas, o Governo Federal, criou-se, através dos meios de comunicação social, a falsa impressão de que as entidades filantrópicas encobrem gigantescas fraudes e que a grande maioria são “pilantrópicas”. A verdade é que, atualmente, dentre as quase seis mil existentes, apenas sessenta (um por cento!) estão sendo investigadas pela polícia federal. O momento atual é delicado, com uma série de tentativas governamentais de regulamentação da filantropia que beiram a inconstitucionalidade. Desde o mês de março, sucederam-se o PL 3021, a MP 446 e o PLS 462. A incerteza paira neste campo. Envidaremos todo o esforço possível, para manter o nosso caráter filantrópico, intrínseco ao nosso ser.

Além de nossa responsabilidade social, não podemos esquecer a nossa responsabilidade ambiental. Parece-me bom destacar três ações neste sentido: a elaboração, pelo NIMA, da agenda de sustentabilidade ambiental da PUC-Rio, cujos primeiros resultados esperamos que se concretizem já no ano de 2009; o Convênio com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente, para o mapeamento dos fragmentos de mata atlântica nas encostas da cidade; e a construção, com a colaboração do DCE e de uma empresa, de um novo bicicletário com características ecológicas notáveis.

 

 

6. Uma Universidade inovadora e empreendedora com crescente internacionalização.- Por falta de tempo, não vou deter-me na análise destas características, que já examinei em relatórios anteriores. Apenas quero citar um exemplo da internacionalização crescente. No mês de outubro, junto com outros 15 reitores, escolhidos de diversos países, estive em Nanjing (China), a fim de integrar o Conselho Assessor para o desenvolvimento e a sustentabilidade ambiental do Nanguang College, da Universidade de Comunicações da China. Foi uma bela experiência. A seguinte foto ilustra a beleza das cerimônias de que participei

 

 

7. Uma Universidade fiel à sua vocação cristã, sob a direção da Companhia de Jesus.- Desde o primeiro momento, a PUC-Rio foi confiada pela Igreja aos jesuítas e assim continua até o dia de hoje. Daí a inscrição do símbolo IHS em alguns documentos oficiais, de modo especial nos diplomas.

 

 

Esse símbolo é, para nós, lembrete, foco central e compromisso. É um lembrete das nossas origens e da tradição pedagógica que inspirou e inspira a PUC-Rio. Para os jesuítas que trabalhamos na instituição e para todos os que nos querem acompanhar na caminhada, é também foco central do nosso esforço. De algum modo, isso se encontra expresso no nosso brasão, onde o livro aberto contém as duas letras do alfabeto grego alfa e ômega, símbolos da Sabedoria Divina, quer dizer, do Verbo de Deus encarnado ou simplesmente de Jesus. A sigla IHS é também compromisso de procura da excelência, pois o modelo do Filho de Deus aponta para o infinito, para a perfeição que Jesus pregou: “sede perfeitos como  vosso Pai celeste é perfeito”. Sempre ficaremos longe desse ideal, mas nunca podemos renunciar a ele.

Senhoras e senhores, são já quatorze anos que estou à frente desta Universidade e, cada vez, sinto mais a comunhão de ideais que nos une, a solidariedade e amizade de que me vejo rodeado.. Continuemos juntos, no ano próximo, certos de que a providência divina não nos falhará. Continuemos juntos no belo trabalho educativo, mesmo que ele exija esforços renovados e custosos. Continuemos juntos, educando, pesquisando, interagindo com a sociedade, relacionando-nos com outras instituições congêneres, no Brasil e no mundo, dando testemunho dos nossos ideais e das nossas esperanças.

Para todos, desejo um feliz Natal e um próspero Ano Novo, com as bênçãos de Deus.

                                               Pe. Jesus Hortal Sánchez, S.J.

                                                           Reitor da PUC-Rio

 

 

 

 


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