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Relatório da Reitoria daPontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro 2007

16/12/2008

Relatório da Reitoria da
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, relativo ao ano de 2007
Autor: Padre Hortal

 

 

 

Senhores e senhoras membros do Corpo Docente,

Senhores e senhoras membros do Conselho de Desenvolvimento,

 

 

I. Considerações iniciais.

Esta-se encerrando mais um ano, o décimo terceiro, da minha gestão à frente da PUC-Rio e, mais uma vez, compareço perante esta Assembléia Universitária, para, numa conversa franca e amigável, apresentar um balanço de fim de ano da nossa Universidade. Com o desejo de não limitar-me às minhas próprias considerações, porém, pedi aos decanos e diretores de unidades acadêmicas que me ajudassem a recolher os dados da nossa caminhada. O meu muito obrigado a todos os que enviaram as suas considerações. De modo especial, os meus agradecimentos aos Vice-Reitores e Decanos, que junto comigo refletiram sobre os dados coletado. Todo esse material servirá também para um planejamento mais completo do nosso futuro.

Ao ser convidado este ano para falar em Bogotá, num Fórum sobre Gestão da Educação Superior, organizado pelo Ministério correspondente daquele país, pediram-me que indicasse cinco fatores críticos para o sucesso.

O primeiro que indiquei foi a consciência da nossa missão. É absolutamente necessário tomarmos consciência de quem somos e de por que atuamos. Como o nosso Marco Referencial indica, somos uma Universidade particular, confessional, comunitária, de inspiração e tradição humanístico-cristã e portadora de um serviço de interesse público, dedicada ao ensino, à pesquisa e à extensão, que procura a qualidade em todos os níveis. Ainda devemos acrescentar que se trata de uma Instituição confiada à Companhia de Jesus, ou seja, aos jesuítas.

Para aprofundar essa nossa identidade, promovemos, junto com a AUSJAl, um seminário sobre identidade e missão, cujos resultados foram publicados em belos volumes, editados pelo Decanato do CTCH.  Continuaremos a empenhar-nos para que essa identidade fique cada vez mais clara e seja mais plenamente assumida por toda a comunidade universitária.

 

II. Não caminhamos sozinhos.

Por ser impossível fazer, nesta Assembléia Universitária, um balanço completo da PUC, cada ano tenho focalizado alguns aspectos particulares. Quero, neste, mostrar um pouco da intensa rede de relacionamentos institucionais que mantemos com outras Universidades e institutos de pesquisa, em diversos níveis: dentro do Estado do Rio de Janeiro, no Brasil, na América Latina, em todo o continente americano ou no mundo inteiro. Logicamente privilegiamos os laços com instituições congêneres.

No nosso Estado, integramos quatro redes:

1)                 O Fórum de Reitores do Rio de Janeiro (FORERJ) que congrega não apenas as Universidades tanto federais quanto estaduais, comunitárias e privadas, mas também outras instituições de pesquisa, como o IME, a FIOCRUZ e o CEFET.

2)                 A Rede Rio de Computadores, liderada pela FAPERJ e da qual somos um dos centros distribuidores.

3)                 A Rede de Tecnologia, fornecedora de serviços para a indústria e que, por isso, se estende também a um bom número de empresas.

4)                 A TV Universitária (UTV), na qual sempre nos distinguimos pela qualidade dos nossos programas.

       Em âmbito nacional, articulamo-nos, como é lógico, no Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (CRUB) e no seu segmento das Universidades e Centros Universitários Comunitários (ABRUC). Mesmo reconhecendo a nossa especificidade, não podemos esquecer a nossa comunidade de interesses e a nossa solidariedade com as instituições congêneres.

 

 

       No âmbito das instituições confessionais, pertencíamos a duas associações: A ABESC ou Associação Brasileira de Escolas Superiores Católicas e a ANAMEC, quer dizer, a Associação Nacional de Mantenedoras de Escolas Católicas.

 

 

     Falei, “pertencíamos”, porque ambas associações, se uniram à AEC ou Associação de Educação Católica, para as três, conjuntamente, constituírem uma nova entidade: a ANEC ou Associação Nacional de Educação Católica, verdadeira porta-voz do sistema católico de ensino no Brasil.

Passando já ao nível latino-americano, estamos integrados em duas associações: AUSJAL ou Associação de Universidades confiadas à Companhia de Jesus (S.J.) da América Latina; e ODUCAL, quer dizer, a Organização de Universidades Católicas da América Latina, que é o ramo latino-americano de uma outra entidade de nível mundial, a FIUC, ou Federação Internacional de Universidades Católicas.:

Em nível continental, pertencemos à OUI, ou Organização Universitária Interamericana, a maior rede de IES do nosso Continente. E, em nível mundial, pertencemos à já citada FIUC, ou Federação Internacional das Universidades Católicas.

Ainda, dentro dos nossos relacionamentos interinstitucionais, podemos destacar outros dois grupos, de caráter mais particular:

1)                  O Portal Universia, que congrega atualmente mais de mil instituições, de ensino superior, em 11 países de língua espanhola e portuguesa, das quais mais de duzentas no Brasil;

2)                  O Grupo Tordesillas, integrado por Universidades espanholas, portuguesas e brasileiras:

Em quase todas essas associações ou redes, ao longo destes anos, tive que aceitar cargos de diretoria, que ainda desempenho, na UTV, na ABRUC, na ODUCAL,  em AUSJAL e no Portal Universia. Mesmo que isso signifique um trabalho suplementar, serve também para marcar presença da PUC-Rio em diversos fóruns internacionais, possibilitando-nos exercer a nossa vocação de serviço.

Evidente que, para termos uma idéia da amplitude dos nossos relacionamentos internacionais, a essas associações e redes que envolvem diretamente a nossa Universidade como um todo e, em particular, a Reitoria, teríamos que acrescentar as inumeráveis sociedades e associações científicas às quais se encontram vinculados os nossos Departamentos ou Institutos. E isso sem omitir o forte intercâmbio estudantil, do qual já falei em anos passados.

Em outros casos, trata-se de encontros eventuais, para os quais somos convidados com freqüência. A esse respeito, quero destacar uma participação especial, acontecida este ano: o Colóquio Global de Reitores de Universidades, convocado pela New York University, por conta do Secretário Geral das Nações Unidas;

25 Reitores do mundo inteiro fomos convocados para integrar uma espécie de comitê assessor do citado Secretário Geral, sobre as mudanças climáticas. O próprio Ban Ki-Moon nos acompanhou a maior parte do tempo e ainda se fez presente, durante o almoço, quando nos obsequiou, com uma bela palestra, o ex-presidente Bill Clinton. Foi um encontro extremamente rico, no qual estive acompanhado pelo nosso professor Fernando Walcácer, do Departamento de Direito, como assessor,. Participaram as mais conceituadas instituições, como Harvard, Princeton, Oxford, a Siences-Po, o Indian Institute of Technology, Tokyo, Kyoto Beijing e Seul. De toda a América Latina, apenas três fomos convocados: nós, a USP e “El Colegio de México”. O tema central foi a mudança climática. Os assessores refletiram sobre o que poderíamos chamar o pós-Kyoto. Os Reitores discutimos sobre o que as nossas Universidades poderiam e deveriam fazer, tanto dentro quanto fora dos nossos campi. Ficou uma tarefa extremamente desafiadora: como transformar a PUC-Rio numa Universidade “sustentável”, do ponto de vista ambiental e tornar-se líder na pesquisa e nos serviços prestados nessa área. Podemos e devemos dar o exemplo na conservação do nosso campus, na coleta seletiva de lixo, na economia de energia, nas novas construções ambientalmente corretas, na educação ecológica dos nossos alunos, na utilização de materiais recicláveis ou nas assessorias prestadas fora do nosso recinto. Espero que, não tardando muito, possamos contar com um plano de sustentabilidade., expressão da nossa responsabilidade social e ambiental. O foco deve estar na pessoa humana e na solidariedade global, porque se defendemos o meio ambiente não é por modismos, mas em função do ser humano ao qual Deus o confiou.

 

 

 

III. Sustentabilidade financeira

 

O fato de nos engajarmos em programas novos não tira, antes aumenta, a nossa responsabilidade pela saúde financeira da PUC. Também nos meus contatos internacionais, tenho procurado novas idéias nessa área. Participei em Lima (Peru), na Conferência Panamericana de Crédito Educativo, promovida pelo Banco Mundial e com o apoio do Portal Universia:

 

 

O panorama da América Latina e, de modo especial, do Brasil é bem claro. Só conseguiremos expandir o nosso baixíssimo índice de escolaridade superior com um sistema de ajudas e financiamentos aos estudantes que beneficie uma camada dos nossos jovens muito mais ampla do que a atual. Para isso, temos que aproveitar todas as oportunidades, sem privilegiar uns em detrimento dos outros. Para uma boa parte da classe média, mais do que bolsas, é necessário oferecer opções viáveis de crédito educativo, não só com os próprios recursos da Universidade, mas também com o auxílio de instituições de crédito externas.

Sem dúvida, a política social da Universidade, que continua a conceder bolsas e auxílios a um terço do seu corpo discente, é fundamental para a inclusão social e para a expansão das oportunidades dadas à nossa juventude. Mas não basta. Precisamos da colaboração de muito mais gente. Por isso, fazemos esforços para contar também com a ajuda de pessoas ou empresas que queiram patrocinar bolsas de estudo. Papel fundamental a esse respeito deveria corresponder à Associação de Antigos Alunos. O antigo aluno é alguém que recebeu uma formação que lhe permitiu triunfar na vida. Nada mais justo que contribua para que também outros consigam desenvolver as suas potencialidades. O ideal seria poder contar com fundos rentáveis que assegurassem um fluxo contínuo e não apenas eventual de recursos dedicados à ajuda ao estudante. O fato de, no Brasil, não existirem incentivos fiscais para tais doações, não nos deve tornar inativos. Sonho com o dia em que possamos contar com um fundo patrimonial rentável, por modesto que seja. Devemos dedicar maiores esforços a essa meta, assim como a defender a nossa vocação filantrópica, mesmo no meio de incompreensões e desconfianças, que parecem não cessar nunca. Para que os senhores possam ter alguma idéia do volume de nossos programas de bolsas e auxílios, aqui vai um pequeno gráfico sobre a matéria:

Em anos passados, delonguei-me em considerações sobre a nossa situação financeira, que qualifiquei de equilíbrio instável. Não preciso repetir tudo quanto já foi dito. Apenas quero chamar a atenção para o fato de que a orçamentação por unidade, junto com uma transparência total da administração central tem-se revelado um instrumento eficaz de saúde financeira. Isso nos leva também a sublinhar que, dentro do espírito comunitário que nos caracteriza, a responsabilidade pela instituição não é apenas da administração central, mas de todos e cada um dos seus membros. O esforço pela sustentabilidade da Universidade deve, pois, ser constante e de todos.

Um ponto que nos preocupa é o dos custos indiretos da nossa pesquisa contratada. Em muitos casos, são imponderáveis, mas reais e podem impedir-nos a atuação nesse campo que nos é tão próprio, o da pesquisa científica. Estamos em negociações com os nossos maiores parceiros, FINEP e Petrobras, onde, se, por um lado, encontramos compreensão, por outro, há também entraves burocráticos não facilmente superáveis.

Dentro do panorama financeiro da Universidade, continua a ter um peso forte o impacto das indenizações trabalhistas decorrentes do cancelamento, em 1992, do apoio que recebíamos da FINEP. Chegamos a fechar acordos com a maior parte dos professores envolvidos em ações contra nós. Alguns, inclusive, retiraram tais ações, de tal forma que hoje não permanece no campus nenhum deles. Mas o peso das indenizações pendentes é, e será durante os próximos seis anos, um motivo de preocupação e suporá uma diminuição da nossa capacidade de investimento. Por outro lado, em 2008, terminará o último empréstimo bancário (o do BNDES) existente no início dos meus mandatos e que se arrastava desde a década dos setenta.

 

IV. As exigências acadêmicas

As atividades financeiro-administrativas de que falávamos são meio, enquanto a nossa finalidade será sempre fundamentalmente acadêmica. Daí o esforço continuo por melhorar, para o que é preciso criar uma cultura de avaliação no interior da Universidade. Devemos convencer-nos de que os processos avaliativos, mesmo quando dirigidos por instâncias externas, fundamentalmente o MEC, são uma valiosa ajuda na construção de uma Universidade de qualidade. É por isso que, não obstante reivindicarmos a autonomia que nos é própria, estamos nos submetendo aos processos de avaliação e recredenciamento promovidos pelas instâncias oficiais. Ao longo do ano que vem, teremos comissões de visita e deveremos apresentar o nosso Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), em cuja elaboração têm colaborado todos os Departamentos. Podem ser procedimentos um tanto cansativos, mas espero a compreensão de todos para conseguir um projeto plenamente acabado.

Qualquer sistema de avaliação é, pela sua própria natureza, limitado, mas não deixa de ser um indicador a ser tomado em conta, com toda sinceridade e humildade. A este respeito, desejo chamar a atenção para os resultados da última avaliação da CAPES. Embora se possam levantar fortes objeções aos critérios empregados em alguns casos particulares, não pode deixar-nos satisfeitos o fato de que, na média, ficamos levemente atrás dos resultados do triênio anterior. Temos que esforçar-nos para reverter essa má impressão que tais resultados nos deixaram. Uma notícia de última hora, que chegou ontem corrige um pouco essa impressão: o recurso do Departamento de Informática foi acolhido e a sua qualificação 7 foi restabelecida. Afortunadamente, as avaliações oficiais não são os únicos parâmetros da nossa qualidade. Temos um bom número de indicadores do apreço de que gozamos. O Guia do Estudante, por exemplo, “estrelou” todos os nossos cursos e nos concedeu o prêmio “Melhores Universidades”. Mais uma vez, tivemos também a satisfação de encontrarmo-nos entre os finalistas dos Prêmios Santander de Tecnologia e Inovação e do Desafio SEBRAE, assim como de ter o trabalho de um aluno entre os ganhadores do Prêmio Petrobrás de Tecnologia.

Todo o esforço acadêmico seria vão sem um corpo docente plenamente compenetrado com a instituição. O novo estatuto da carreira docente, baseado na nossa experiência, pode ser um instrumento de aperfeiçoamento das nossas tarefas. Quero sublinhar, a esse respeito, o trabalho sistemático de renovação de nossos quadros docentes, que vimos levando a cabo nos últimos anos, mediante o incentivo à aposentadoria e a promoção de alguns professores à categoria de eméritos, assim como da contratação de pessoal mais novo, capaz de imprimir um impulso renovado. Cada caso é um caso; não se trata da aplicação cega de normas rígidas, mas também devemos fugir do imobilismo paralisante, que tenta justificar-se com aparentes razões humanitárias.

Também temos continuado no esforço de renovação das nossas instalações físicas, embora estejamos limitados pelos estreitas margens do nosso equilíbrio financeiro, que nos confere uma capacidade bem limitada de investimento. Mesmo assim, prosseguimos na modernização de todas as salas de aula, proporcionando conforto e meios didáticos modernos. Estamos também empenhados na renovação de algumas infra-estruturas, que como as nossas redes elétrica e de transmissão de dados, exigem sempre maior capacidade instalada.

Dentro da área acadêmica, merece um destaque especial a nossa atuação crescente na educação a distância. No meio de uma concorrência acirrada, conseguimos marcar a nossa presença com qualidade no cenário nacional. Com espírito público, estamos colaborando com o MEC na formação de professores das redes oficiais. Primeiro foi na TV Escola. Depois, passamos para a formação de professores de ensino básico, na área da História e agora também na da Química.

Os exemplos de atuação tipicamente acadêmica mediante a pesquisa são inumeráveis e, cada vez, mais diversificados. Destaquemos apenas, pela sua atualidade, a TV digital, onde o desenvolvimento da linguagem intermediária “Ginga” deu uma visibilidade enorme à PUC, nos meios de comunicação. A esse propósito, lembremos o sucesso do seminário que, com o apoio do Universia, fizemos sobre mídias digitais, que abriu a perspectiva da criação de um instituto ou coordenação das numerosas atividades que mantemos nesse campo.

 

V. Novas instalações

No ano passado, apresentei, neste fórum, uma visão da multiplicidade de endereços em que a PUC atua. Entre eles estava, como uma promessa inicial, o Instituto São Bento em Duque de Caxias. Graças a Deus, podemos falar hoje dele como de um real pólo avançado da PUC, naquela região tão carente de boas instituições de ensino. Professores e Departamentos compreenderam a importância de uma atuação de cunho tão social como essa.

Continuando a nossa política de expansão moderada, alugamos um andar no nº 1650 da Avenida das Américas, com a finalidade de ministrar cursos de pós-graduação lato sensu, que esperamos comecem já no próximo mês de março.

Como é sabido de todos, começamos também, no nosso estacionamento, a construção do novo prédio de laboratórios, financiado totalmente pela Petrobras, cujas obras deverão durar pouco mais de um ano, embora esperemos que a parte dedicada à garagem possa ser utilizada já no fim de março. Com a ajuda da mesma Petrobras, estamos empenhados numa reforma total do antigo Colégio São Marcelo.

Mesmo com essas iniciativas, continuamos a sentir, como um dos nossos gargalos, a falta de espaço físico. O fato de sermos sede de um dos núcleos regionais de excelência em petróleo e de participarmos em, pelo menos, 18 redes temáticas da mesma área, ao mesmo tempo que é uma demonstração de nossos esforços bem sucedidos, impõe-nos o dever de atualizar constantemente as nossas instalações de pesquisa. Para resolver esse problema, faremos todo o possível, focalizando-nos sobretudo no nosso espaço natural que é a Gávea.

 

VI. Palavras finais

Está na hora de encerrar estas considerações, mas não quero fazê-lo com uma visão apenas do que foi realizado ao longo do ano. Temos que olhar o futuro com confiança. Na sua recente encíclica Spe salvi, o papa Bento XVI mostra o sentido de esperança de toda vida cristã. “Aparece – escreve ele, comentando a Carta aos Tessalonicenses – como elemento distintivo dos cristãos o fato de estes terem um futuro: não é que conheçam em detalhe o que os espera, mas sabem em termos gerais que a sua vida não acaba no vazio. Somente quando o futuro é certo como realidade positiva, é que se torna vivível também o presente... A porta tenebrosa do tempo, do futuro, foi aberta de par em par. Quem tem esperança, vive diversamente; foi-lhe dada uma vida nova”.

Como integrantes de uma Universidade que se inspira na tradição cristã, também nós somos portadores de esperança e queremos olhar o futuro com confiança, a confiança num Deus que até aqui nos conduziu.

Rio de Janeiro, 14 de dezembro de 2007.


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